Estamos tristes, e não há nada que aponte alegria no horizonte capitalista
Estamos cansados, e não há nada que aponte disposição no horizonte mercantil
Estamos adoecidos, e não há nada que indique saúde no horizonte totalitário
Estamos vazios, e não há nada que aponte plenitude no horizonte produtivista
Estamos inertes, e não há nada que aponte movimento no horizonte competitivo
Estamos desencantados, e não há nada que indique magia no horizonte digital
Estamos sós, e não há nada que aponte comunhão no horizonte individualista
Estamos mudos, e não há nada que aponte voz no horizonte midiático
Estamos perdidos, e não há nada que indique caminho no horizonte acelerado