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O dólar encerrou o último pregão do mês em leve baixa de 0,31%, cotado a R$ 5,18, acompanhando o movimento de enfraquecimento da moeda americana frente a uma cesta de divisas globais. Na Bolsa de Valores, o Ibovespa descolou-se do exterior e registrou alta expressiva de 1,05%, alcançando os 177,4 mil pontos, sustentado principalmente pela valorização das ações da Petrobras em meio ao salto nos preços do petróleo.

As negociações desta segunda-feira foram guiadas principalmente pelo acirramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã, que elevaram o barril do tipo Brent para a faixa de US$ 90,49, além da repercussão de novas pesquisas eleitorais indicando um cenário acirrado na disputa presidencial. No ambiente corporativo e de renda fixa, investidores monitoraram os ajustes na curva de juros e as projeções revisadas pelo Boletim Focus, enquanto os mercados acionários em Nova York operaram em baixa no final do dia.

O Ibovespa descolou-se do exterior e registrou alta expressiva de 1,05%, alcançando os 177,4 mil pontos, sustentado principalmente pela valorização das ações da Petrobras (Foto: Agência Brasil)

Cenário externo e impacto no petróleo

A escalada de conflitos no Oriente Médio manteve o foco do mercado global sobre o setor de energia, impulsionando tanto o petróleo Brent quanto o WTI no exterior. Esse cenário de forte alta nas commodities energéticas beneficiou diretamente as petroleiras na Bolsa brasileira, permitindo que o índice nacional superasse o desempenho negativo registrado simultaneamente pelas principais Bolsas dos Estados Unidos.

Destaques corporativos e econômicos

No cenário doméstico, analistas apontaram que a curva de juros local recuou nas pontas mais longas refletindo o cenário eleitoral, enquanto os títulos públicos americanos registraram avanço nos rendimentos diante das preocupações com a inflação global. O mercado encerra o mês avaliando os reflexos dessas movimentações sobre o fluxo de capitais e as perspectivas econômicas para o restante do ano.

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