Morte de Arlindo Cruz gera comoção: ‘vá com Deus, compadre’, diz Zeca Pagodinho

Homenagens a Arlindo Cruz tomaram conta das redes sociais e do meio artístico, político e cultural
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A notícia da morte de Arlindo Cruz, um dos maiores nomes da história do samba, comoveu o Brasil nesta sexta-feira (8). O cantor, compositor e instrumentista faleceu aos 66 anos, após enfrentar complicações de saúde desde 2017, quando sofreu um AVC que o afastou dos palcos. A confirmação foi feita pela família e também pelo perfil oficial do Império Serrano, escola de samba pela qual Arlindo desfilou e brilhou por décadas.

A comoção tomou conta das redes sociais e do meio artístico, político e cultural. Celebridades, artistas e figuras públicas expressaram profunda tristeza pela perda do sambista, reconhecido como um dos pilares do gênero musical no país. O cantor e grande amigo de Arlindo, Zeca Pagodinho publicou um vídeo em sua página pessoal. “Ele muito e agora merece descansar um pouco!”, disse.

A escola de samba Império Serrano publicou uma nota emocionante: “Lamenta, com imenso pesar e profunda dor, o falecimento de Arlindo Cruz, um dos maiores nomes da história do samba e filho ilustre da nossa coroa imperial.”

Ministra da Cultura, Margareth Menezes destacou a importância de sua obra: “Sua música segue viva, atravessando gerações e tocando o coração do Brasil.”

A deputada Fernanda Melchionna ressaltou o legado eterno de Arlindo: “Sua voz fica eternizada em todas as rodas de samba do país.”

Políticos e artistas homenageiam Arlindo

“Obrigado por tudo, Arlindo Cruz! O maior que tivemos”, escreveu o comentarista cultural Chico Barney em seu perfil no X (antigo Twitter).

O político e ativista Guilherme Boulos também prestou homenagem: “Vá em paz, mestre Arlindo Cruz! Obrigado por todos os sambas.”

A apresentadora Ana Maria Braga lamentou: “Um mestre do samba, que deixou sua marca com talento, alegria e alma. Meus sentimentos aos familiares, amigos e a todos que foram tocados por sua música.”

Políticos como Tarcísio Motta e Marcelo Freixo também expressaram respeito e admiração pelo legado do sambista. Freixo escreveu: “Sua arte atravessou gerações, uniu corações e seguirá viva para sempre — porque, como ele nos ensinou, o show tem que continuar.”

Arlindo Cruz deixa uma vasta obra que inclui clássicos como O Show Tem Que Continuar, Meu Lugar e Ainda É Tempo Pra Ser Feliz. Sua trajetória será lembrada como símbolo de resistência, talento e paixão pela música popular brasileira.

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