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Aline, catadora que subiu a rampa com Lula, quer a profissão reconhecida em 2024

Para ela, país deve ser “exemplo de banimento de tecnologias de incineração de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos)”
1 de janeiro de 2024

Por Aline Sousa*

Que possamos avançar na conscientização das pessoas sobre seus hábitos e práticas de destruição com objetivo de construir um novo modelo de sociedade.

Que nós, catadoras e catadores, possamos ser reconhecidos como profissionais remunerados como qualquer outra profissão.

Que o nosso país seja exemplo de banimento de tecnologias de incineração de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) que têm impacto negativo social, ambiental e econômico.

Que possamos construir uma transição ecológica que nos torne referência no cumprimento dos acordos e pactos internacionais de ações de mitigação e neutralização de gases de efeitos estufa.

 

*Presidente da Central das Cooperativas de Trabalho de Catadores de Materiais Recicláveis do Distrito Federal

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