Lindener Pareto Jr.
O Caos Geral, Total e Irrestrito
A ideia de que 2025 poderia ser diferente só está na cabeça de quem ainda não quis aceitar o mundo como ele é. Ou - como gostariam os marxistas raiz - o modo de produção como ele é não mudou e nem dá sinais de que vai mudar.
Por uma nova Receita de Ano Novo
"Se quer um Ano Novo sem comparação, Recupere o tempo perdido, Tome os meios de produção"
A última semana de dezembro
Mas no fundo você sabe que no dia 2 de janeiro o eterno retorno do Capital virá alucinado, roubando mais uma vez seu tempo, devassando a sua alma, suas coisas, desvãos… e muito cara de pau ele te dirá: “Adeus ano velho, Feliz ano novo!”
‘Atrasar’, ‘negar’, ‘matar’
Quem vai segurar a multidão de "condenados da terra” que — destituídos de seus direitos mais básicos como saúde, segurança e educação — virão sedentos de vingança diante de tanta dor e humilhação?
De que perigosos golpes nos mantemos
Bolsonaro tem três nomes: golpe, tortura e morte!
Musk, Trump e Hitler: o que eles têm em comum?
E se querem uma comparação da repetição da História como farsa, deixo aqui a minha: o "novo” Hitler não é Trump, o novo Hitler seria o homem que foi nomeado para liderar o novíssimo “Departamento de Eficiência Governamental", quem? Quem? Quem? ELON MUSK! Sim, ele
Esquerda sempre viva!
As ideias e as práticas da Esquerda são recentes no mundo, uma mirada de longa duração vai demonstrar um caminho muito mais complexo e caracterizado por lutas constantes e uma capacidade de reinvenção admirável
Um ano de coluna, minha alucinação é suportar o dia a dia
Me interessa aqui ouvir os sons (desesperados) da cidade. Ouvir é diagnosticar também a sua miséria: obras sem fim, escavadeiras, britadeiras, sirenes vigiando e punindo, gritos doloridos, fome, furtos, roubos, assaltos
Eleições, drogas e outros demônios
A despeito do resultado do pleito eleitoral por uma das prefeituras mais importantes do mundo, é preciso que a esfera pública se movimente no sentido de debater abertamente, e sem moralismos, um mundo invariavelmente cheio de drogas e seus respectivos usos, sejam eles práticos ou morais.
A morte, indesejada das gentes
Para isso, que os vivos se livrem do interdito da morte, vivendo a vida quebrando as correntes, celebrando as gentes, preparando a finitude do corpo. Afinal, o que a gente leva da vida é a vida que a gente leva