Luiz Antonio Simas
Abolição, quilombos e resistência
O título do enredo já diz tudo: 100 anos de liberdade — realidade ou ilusão?
Ruas, folguedos e flozôs
É interessante perceber como "ser criança" se define pelo ato de brincar. O erê é aquele que brinca e cura o mundo brincando.
O chão e o mundo
E é só por estar entranhado nela que, paradoxalmente, me arvoro a ser um cidadão do mundo
Tiradentes e Dom Pedro I – Tem briga na praça
Há que se tomar civilizadamente umas cervejas geladas quando o sol se põe
Cultura é encontro: A lição de Exu
A cultura me interessa como lugar de encontros. O território da cultura é a encruzilhada; a terceira cabaça.
Coesão e diferença
É triste constatar que, no desencanto do mundo, não conseguimos minimamente entender o recado soberano das árvores do tempo.
As cidades
Essas que herdamos e legaremos como o rescaldo da completa submissão da vida ao desencanto do capital
Futebol e desencanto
Saímos da fase do "só postei porque vivi" e já entramos na fase do "só vivi porque postei".
O embate entre o Congo e a morte
Veneno (o Brasil) e remédio (a brasilidade) moram na mesma folha: na sabedoria anunciada por Katendê nas matas da Jurema
Ampliando o mundo
Por que é que nós devemos buscar conhecer, ainda que parcialmente, as culturas africanas e afrodescendentes, cruzadas por inúmeras circularidades, sincretismos e referências?