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A campanha de Ricardo Nunes, do MDB, à prefeitura de São Paulo criou e operou uma estrutura de grupos de WhatsApp para pedir apoio e pressionar funcionários em cargos comissionados a trabalharem pela eleição do prefeito.
A denúncia é feita pelo Intercept Brasil. Em ao menos três secretarias municipais, servidores foram convocados a fazer parte ou foram involuntariamente colocados em grupos criados com o objetivo de trabalhar pela reeleição de Nunes, inclusive nas redes sociais.
Questionada, a prefeitura de SP disse que o “posicionamento eleitoral é livre, desde que respeitada a legislação eleitoral em vigor, a qual impede a utilização de recursos públicos”. Confira a reportagem completa aqui.
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