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Confira dez dicas para economizar na hora de comprar o material escolar

Reaproveitar itens em bom estado, pesquisar preços e antecipar as compras são algumas das recomendações
6 de janeiro de 2024

Ano novo, novas despesas. E o material escolar é uma delas, que pode pesar mais no bolso daqueles pais e mães que não se programarem ou deixarem para a última hora.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é importante ficar atento às exigências feitas pelas escolas, já que podem haver abusos na lista do material escolar.

Confira abaixo dez dicas:

1 – Reutilize
Antes de ir à papelaria, verifique se os itens utilizados no ano passado estão em bom estado e podem ser reutilizados. Estojo, régua, tesoura e dicionário, por exemplo, normalmente duram bastante.

2 – Troque
Tem uma pilha de materiais antigos em casa e não sabe o que fazer? Que tal trocar com os amigos ou vizinhos? Assim, o consumidor pode ter um item novinho, sem gastar dinheiro.

Aqueles produtos que não podem mais ser reutilizados, nem doados, podem ser colocados para reciclagem em pontos de coleta seletiva.

3 – Pesquise
Alguns produtos da lista podem ser bem caros, por isso é importante comparar o preço de marcas e lojas diferentes antes de fechar a compra.

Os livros didáticos, por exemplo, costumam ser os itens que mais pesam no bolso. Comprar diretamente da editora ou adquirir em sebos podem ser opções para não gastar tanto.

4 – Compre em grupo
Para economizar um pouco mais, a dica é reunir um grupo para ir às compras. O atacado é mais vantajoso e, na maioria da vezes, é mais fácil de conseguir descontos.

5 – Evite personagens infantis
Se a ideia é não gastar muito, tente não comprar produtos que tenham característica de brinquedos ou a figura de personagens infantis. Esses itens são mais caros e, além disso, podem distrair a atenção da criança na aula.

6 – Avalie a lista
Nem tudo pode ser pedido na lista de material. O colégio, por exemplo, não pode solicitar produtos de uso coletivo, como os de higiene, limpeza, copos e talheres descartáveis, grandes quantidades de papel, grampos, pastas classificadoras, entre outros exemplos.

7 – Fuja da venda casada
A escola também não pode exigir marcas ou locais de compra específicos para o material, tampouco que os produtos sejam adquiridos no próprio estabelecimento de ensino, exceto para artigos que não são vendidos no comércio, como apostilas pedagógicas próprias do colégio.

Fora essa situação, a exigência de compra no estabelecimento de ensino configura venda casada e é expressamente proibida pelo artigo 39, I, do CDC (Código de Defesa do Consumidor).

8 – Reaproveite
Outro abuso recorrente é impedir que o aluno reutilize materiais didáticos de outros estudantes. Essa recomendação só pode ser feita se o livro usado por um irmão mais velho, por exemplo, estiver desatualizado. Caso o conteúdo esteja adequado, não há problema algum em reaproveitar o material.

9 – Fique atento às informações
Preste atenção à embalagem dos materiais: devem conter informações claras e precisas a respeito do fabricante, importador, composição do produto, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

10 – Exija nota fiscal
Na hora de pagar, lembre-se que o preço praticado no cartão de crédito deve ser igual ao cobrado à vista e exija nota fiscal detalhada, com discriminação do produto adquirido: sua marca e preço individual e total.

Informações do Idec

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