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Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça (25). Investidores temem desaceleração da economia e aumento da inflação com as tarifas recíprocas prometidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para 2 de abril.
Vale lembrar que nesta segunda (24) os jornais The Wall Street Journal e da Bloomberg News trouxeram a notícia de que o governo pode restringir o escopo das tarifas que entrarão em vigor.
O próprio Trump ontem declarou à imprensa que “pode dar folgas a muitos países” em relação às tarifas. Ele acrescentou, porém, que impostos sobre setores como farmacêutico e automobilístico ainda devem ser implementados “em um futuro próximo”.
Brasil
Na segunda (24), Ibovespa fechou com baixa de 0,77%, aos 131.321,44 pontos, uma ampla perda de 1.023,44 pontos. O dólar comercial, que teve a terceira alta seguida, subiu 0,61%, a R$ 5,752.
Estados Unidos
Dow Jones Futuro: -0,16%
S&P 500 Futuro: -0,17%
Nasdaq Futuro: -0,30%
Ásia
Os mercados fecharam mistos nesta terça, com investidores à espera do desfecho das tarifas de Trump.
Shanghai SE (China), 0,00%
Nikkei (Japão): +0,46%
Hang Seng Index (Hong Kong): -2,35%
Kospi (Coreia do Sul): -0,62%
ASX 200 (Austrália): +0,07%
Europa
Os mercados europeus operam em alta, mesmo com a incerteza sobre o tarifaço norte-americano.
As vendas de carros caíram 3,1% em fevereiro em relação ao ano anterior, a maior queda em cinco meses, já que a incerteza sobre a economia levou os consumidores a evitar compras maiores.
FTSE 100 (Reino Unido): +0,35%
DAX (Alemanha): +0,04%
CAC 40 (França): +0,44%
FTSE MIB (Itália): +0,34%
STOXX 600: +0,24%
Petróleo
Os preços do petróleo sobem enquanto investidores analisam o impacto das tarifas dos EUA sobre países que importam petróleo e gás da Venezuela.
Petróleo WTI, +0,49%, a US$ 69,45 o barril
Petróleo Brent, +0,47%, a US$ 73,34 o barril
Agenda
O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça atrai atenção nacional, com a expectativa sobre a possível decisão da corte em relação à continuidade da denúncia de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
A Ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que será divulgada hoje, deve levar os investidores a avaliarem o tom do Copom após o comitê elevar a taxa Selic para 14,25%.
Nos Estados Unidos, o mercado aguarda os dados sobre confiança do consumidor e novas moradias, além dos estoques de petróleo, que podem oferecer pistas sobre a saúde da economia norte-americana.
Com informações do InfoMoney
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