ouça este conteúdo
|
readme
|
A Microsoft ultrapassou a Apple em valor de mercado durante a última quinta-feira (11). O fato aconteceu após as preocupações de investidores sobre a demanda por dispositivos da empresa criada por Steve Jobs, como o iPhone.
O valor mais alto atingido pela Microsoft no pregão de ontem ocorreu às 11h37 (horário de Brasília), quando ultrapassou a Apple em aproximadamente US$ 170 milhões. As duas empresas valiam cerca de US$ 2.895 trilhões.
No final do dia, no entanto, a Apple ocupou novamente o posto de empresa mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 2,886 trilhões (cerca de R$ 14 trilhões). A Microsoft valia US$ 2,859 trilhões (R$ 13,9 trilhões).
A última vez que a Microsoft ultrapassou a Apple no fechamento foi em 17 de novembro de 2021. Segundo dados da Rivero, a diferença entre as empresas ficou em cerca de US$ 28 bilhões.
AÇÕES DA APPLE EM QUEDA
Neste mês de janeiro, as ações da Apple já somam queda de 3,3%, enquanto a Microsoft registra alta de cerca de 2% no valor de mercado. A valorização da empresa fundada por Bill Gates acontece no contexto de investimentos em Inteligência Artificial.
Já a Apple tem perdido valor de mercado em meio às preocupações com a demanda pelo seu principal produto, o iPhone. Para especialistas no mercado financeiro, as vendas do smartphone, responsável pelo maior faturamento da empresa, continuarão fracas, especialmente na China, o principal mercado da Apple atualmente.
No ano passado, as ações da Apple tiveram um ganho de 48%, com um pico de US$ 3,081 trilhões em 14 de dezembro. A valorização da Microsoft, porém, foi maior, de 57%, devido aos investimentos da empresa em Inteligência Artificial, em parceria com a OpenAI, criadora do ChatGPT.
Com informações do G1
Relacionados
Bolsas em todo mundo prosseguem em queda após anúncio de tarifas de Trump
Wall Street registrou as perdas mais expressivas desde os primeiros dias da pandemia de covid-19
Uso da Inteligência Artificial cresce no Brasil, mas desigualdade de acesso persiste
Jovens impulsionam adoção da ferramenta, mas barreiras sociais limitam alcance
Escolas estaduais de São Paulo não têm aulas sobre uso seguro de tecnologias
Gestão Tarcísio afirma que trata o tema em ao menos cinco disciplinas, mas pesquisadores não acharam menção no currículo