Economia
Na contramão do otimismo do governo, mercado financeiro prevê inflação de 7,54% em 2022
Dados do Boletim Focus mostram que a expectativa é de que, em 2023, a taxa caia para 5,2%
Com excesso de oferta e baixa demanda, países enfrentam alta nos estoques de mercadorias
Mudanças no comportamento do consumidor devido à pandemia de Covid-19 levaram empresas a se anteciparam às compras, que não se concretizaram
Em mais uma investida eleitoreira, governo deve antecipar calendário de pagamento do Auxílio Brasil
Especialistas classificam auxílio de "efêmero", pois só dura até o fim do ano, e também apontam que valor de R$ 600 é insuficiente
Artigo: O otimismo da Faria Lima e de Paulo Guedes
Segundo economistas do ICL, são comuns estimativas oficiais mais otimistas do que as demais. "Mas, nesse caso, vemos uma disparidade muito elevada"
Brasil fica mais pobre sob governo Bolsonaro, que ainda liquida patrimônio público com privatizações
Bolsonaro optou pela política de privatizar o patrimônio público e usar o dinheiro arrecadado para fins eleitoreiros
Bolsas mundiais operam no positivo diante das indicações de que Fed manterá aumento de juros
As cotações do petróleo estão em alta diante das preocupações com o aumento dos casos de Covid-19 na China e a perspectiva de novos lockdowns
Ibovespa tem alta de 0,45%, mas acumula queda de 3,7% na semana
Dólar comercial cai 0,52% frente ao real, cotado a R$ 5,404 na compra e a R$ 5,405 na venda
Em junho, índice de produção industrial desacelera a 50,1 pontos. Alto custo de matéria-prima e taxas de juros impactaram o setor
Dado econômico é mais um dos divulgados recentemente, demonstrando que a realidade se impõe, apesar do otimismo exagerado do governo
Governo sofre derrota no Congresso, que rejeita bloqueio de recursos para financiar o setor de ciência e tecnologia
Proposta do governo era alvo também de críticas por parte de entidades do setor, que apontavam para uma “grave ameaça” para a ciência e tecnologia caso o texto fosse aprovado
Com a disparada da inflação, mercados de periferia vendem subprodutos da cesta. Pele de frango, feijão quebrado e soro de leite estão na lista
Sem emprego e com a renda curta, brasileiro tem comprado subprodutos de itens de necessidades básicas para conseguir sobreviver