Economia
Artigo: O excesso de zelo fiscal de Haddad
O compromisso fiscal demasiado que Haddad possui é um tanto quanto exagerado. É uma visão mais ligada ao liberalismo.
Lula tem chance de reavaliar concessão de energia à Enel e outras. Vale renovar?
Contratos firmados por 30 anos com a Enel e a Light, no RJ, e da EDP, no ES, vencem nesta gestão. Até 2031, serão 20 vencimentos.
Último debate das eleições argentinas tem Massa e Milei se confrontando por relações com China e Brasil
Para o jornalista Juca Kfouri, candidato governista Sergio Massa estava muito mais preparado que o candidato de extrema direita Javier Milei para o último confronto entre ambos.
Fim de ano deve ter maior número de vagas temporárias desde 2013
Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima o preenchimento de 108,5 mil vagas, crescimento de 5,6% em relação ao ano passado
Entenda os diferentes reflexos da reforma tributária no setor de serviços
Alíquota será maior e com menos créditos compensatórios
Boletim Focus: após IPCA menor, mercado financeiro reduz projeção de inflação para 4,59% em 2023
Mas, para 2024, analistas ouvidos para a publicação do Banco Central elevaram de 3,91% para 3,92% projeção do indicador. Estimativas para o PIB e a taxa Selic permaneceram inalteradas.
Incentivos fiscais dados a setores da economia devem drenar R$ 523,7 bi dos cofres da União em 2024
Montante representa 4,5% do PIB e é um dos principais alvos de críticas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Este ano, a previsão é de que os chamados gastos tributários, como são tecnicamente nomeados esses benefícios, somem R$ 450 bilhões (4,29% do PIB).
Índices futuros operam no negativo após decisão da Moody’s de cortar nota de crédito dos EUA
Ao cortar a nota, a agência apontou para riscos fiscais crescentes no país ao mesmo tempo em que o risco de shutdown volta ao radar dos mercados.
Mercado reduz previsão da inflação de 4,63% para 4,59% este ano
Projeção de expansão da economia fica em 2,89%.
Ibovespa sobe 1,29%, aos 120.568 pontos, após IPCA menor que o esperado pelo mercado
Principal indicador da B3 também repercutiu alta do petróleo e das bolsas de Nova York. Por sua vez, o dólar terminou cotado a R$ 4,9145, queda de 0,51%.