Economia
Contas do governo registraram déficit primário de R$ 35,9 bilhões em julho
No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, as contas do governo registraram déficit primário de R$ 78,24 bilhões, informou o Tesouro Nacional, principalmente, devido à alta das despesas autorizada por meio da PEC da transição, aprovada no fim de 2022
À espera da divulgação do PCE, indicador favorito do Fed, maioria dos índices futuros e bolsas da Europa operam no azul
Por aqui, a agenda de hoje tem como destaque a taxa de desemprego (Pnad), com o consenso Refinitiv prevendo que o indicador cairá de 8,0% para 7,9% (de 7,9% para 7,8%, com ajuste sazonal).
Ibovespa cai 0,73% após divulgação de dados econômicos do Brasil e EUA
Dólar sobe 0,30% frente ao real, cotado a R$ 4,869 na compra e na venda
Brasil gerou 142.702 novos empregos formais em julho
Todas atividades registraram saldo positivo, diz Caged
Dívida Pública cai 0,8% em julho e mantém-se abaixo de R$ 6,2 tri
Alto vencimento de títulos contribuiu para queda
Desoneração da folha deve ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados nesta 4ª feira
Ontem, deputados aprovaram o regime de urgência do projeto. Segundo o presidente da Casa, Arthur Lira, uma discussão que envolve a questão previdenciária dos municípios ainda não foi consensuada entre os líderes. O "jabuti" incluído no projeto deve custar R$ 9 bi ao ano para os cofres do Tesouro.
123milhas entra com pedido de recuperação judicial por dívida de R$ 2,3 bi. Câmara deve instaurar CPI para investigar empresa
Ministério Público de Minas também ajuizou ação civil pública pedindo o bloqueio de pelo menos R$ 20 milhões em contas da empresa. Para o economista e fundador do ICL, Eduardo Moreira, 123milhas é mais uma pirâmide de "filhos de papai" que brincam de empreender.
Confiança do Comércio sobe 2,2 pontos em agosto
Em médias móveis trimestrais também houve alta de 2,2 pontos, quinto resultado positivo consecutivo nessa métrica
Entenda o que são os fundos exclusivos e como será a tributação para super-ricos
Texto prevê uma cobrança de 15% a 20% sobre os rendimentos dos fundos exclusivos, que deve acontecer duas vezes por ano, por meio do imposto chamado "come-cotas"