Economia
‘Eu vou continuar tentando brigar para que a gente possa reduzir a taxa de juros’, afirmou Lula em primeiro dia de reunião do Copom
O o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai continuar pressionando o Banco Central pela redução da taxa de juros Selic. Também disse que não considera importante a autonomia do Banco Central
Nesta ‘Super Quarta’, índices futuros operam em baixa e bolsas mundiais, em alta, com investidores no aguardo das decisões sobre os juros
Tanto aqui no Brasil quanto nos EUA, autoridades monetárias divulgam decisões sobre taxas de juros hoje
Ibovespa tem leve alta de 0,07% à espera da decisão do Copom e juros dos Estados Unidos
Dólar tem alta de 0,05%, cotado a R$ 5,245 na compra e a R$ 5,246 na venda
Presidente da Fiesp diz que taxas de juros no Brasil são pornográficas, durante discurso em evento do BNDES
Josué Gomes da Silva afirma que as altas taxas de juros prejudicam os investimentos da indústria brasileira em evento promovido pelo BNDES
Plano de recuperação da rede Americanas entregue à Justiça prevê aporte de R$ 10 bilhões dos donos da 3G
Proposta dos bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, que são acionistas de referência da empresa, ainda está sendo discutida com os bancos credores
Petroleiros falam em greve contra privatizações e pela ‘desbolsonarização’ da Petrobras
Categoria anuncia paralisação para que o governo Lula tome o controle da Petrobras, ainda refém de bolsonaristas e das privatizações
Pressionado, Copom abre reunião para discutir juros sob protestos de governo, trabalhadores e empresários
Decisão sai amanhã à noite. Nesta terça, centrais fazem manifestações pelo país. “Juros travam crescimento”, afirma sindicalista
Governo consegue avançar na articulação pela aprovação da nova regra fiscal. Reação de líderes ao projeto “foi muito boa”, segundo Haddad
Novo arcabouço pretende zerar o déficit primário já no ano que vem e trará "gatilhos" que serão acionados de acordo com o ritmo da economia e para conter aumento de gastos do governo
Juros altos começam a atingir setor industrial. Sem conseguir vender carros, montadoras paralisam produção e dão férias coletivas
Com Selic a 13,75% ao ano, custos de crédito sobem e, somados à inflação e à falta de ajuste dos salários, afetam a demanda por veículos novos
Prêmio Nobel de Economia diz que taxas de juros no Brasil são “chocantes” e equivalem a “pena de morte”
O economista Joseph Stiglitz afirma que os juros altos não combatem as causas atuais da inflação no mundo e que taxa no nível de 13,75% ou de 8%, em termos reais, é capaz de "matar" uma economia como a brasileira