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Três militares foram identificados como suspeitos do furto de 21 metralhadoras de um quartel do Exército em Barueri, São Paulo. Segundo publicaram a jornalista Andreia Sadi, no g1, e o repórter Cézar Feitosa, na Folha de São Paulo, a investigação militar sobre o sumiço do armamento de grosso calibre está cada vez mais se aproximando dos autores do crime.

Na última sexta-feira (13), o Exército informou que foram furtadas 21 metralhadoras de grosso calibre de dentro da sua base militar em Barueri. O desaparecimento das armas foi constatado durante inspeção realizada em 10 de outubro, no Arsenal de Guerra. Foi aí que os militares perceberam o sumiço de 13 metralhadoras calibre .50.

Armas com esse potencial destrutivo podem derrubar até aeronaves. O g1 também revelou que, segundo investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, parte dessas armas foram oferecidas ao Comando Vermelho por R$ 180 mil cada uma.

As reportagens publicadas hoje indicam, à época do sumiço, todos os militares encarregados de fiscalizar ou exercer controle sobre o arsenal vão ser responsabilizados e cumprir punições disciplinares. Fora isso, o Exército também tem feito outras diligências para apurar, responsabilizar, punir os responsáveis e tentar retomar as armas.

Uma das suspeitas é a de que os três militares supostamente envolvidos no crime tenham sido cooptados pelo crime organizado.

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