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A mesinha de cabeceira que foi covardemente agredida por uma cabeçada de Bolsonaro dentro de sua cela na Polícia Federal teve sua transferência autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes. O móvel deixou a sede da PF em Brasília aos gritos de “e daí, não sou marceneiro” proferidos por fãs do mito.

A defesa de Bolsonaro pediu que a cela seja equipada com móveis acolchoados e que grades de proteção sejam colocadas na cama. Outra reclamação da família foi o barulho causado pelo ar condicionado dentro da cela. Moraes disse que se quiserem ele pode transferir o ex-presidente para a Papuda pois lá não tem barulho de ar condicionado. A defesa preferiu continuar como está.

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