Por Maria Clara Alcântara
Depois de uma manhã marcada por debates sobre democracia, periferia e futuro, o evento voltou com um tom mais leve e afetivo. O jornalista Chico Pinheiro, acompanhado do cantor Falcão. Depois, o comando do evento ficou na mão de Débora Magagna e Cesar Calejon
A atividade começou com um show do cantor Falcão, que mistura música e humor, levando o público (e até Chico Pinheiro) a cantar em plenos pulmões os maiores hits do músico.

Entre canções populares, provocações bem-humoradas e improvisos, o momento reforçou uma marca do ICL: a política não se separa da cultura. A música entrou como linguagem que conecta, aproxima e traduz as lutas de forma sensível.
Clima leve com ícones do ICL
O clima continuou leve com a apresentação de Débora Magagna Cesar Calejon interagindo com a plateia e ouvindo relatos de como o ICL impacta a vida de seus espectadores
“Eu vim lá de Salvador e sou sócia fundadora do ICL” Maria das Graças
Esse respiro cultural dialoga com a tradição do ICL em integrar diferentes formas de expressão à sua atuação — seja no jornalismo, nas vaquinhas solidárias ou em parcerias comunitárias
Encerramento simbólico
Mais que entretenimento, a descontração funcionou como convite à coletividade. Riso e canto dividiram espaço com a reflexão, lembrando que a transformação social também nasce da arte, da memória popular e da celebração.