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Manifestações pró-Lula não param de crescer
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Na primeira semana do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, manifestações em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mobilizaram militantes, estudantes, movimentos sociais, sindicatos e lideranças políticas em diversas cidades brasileiras.

As mobilizações, que começaram em universidades em cidades como o Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte, vem reunindo milhares de pessoas em defesa da democracia, da soberania nacional, da educação pública e dos direitos dos trabalhadores, incluindo o fim da escala de trabalho 6×1.

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Na terça-feira (13), após atos massivos no domingo (11) em São Paulo e na segunda-feira (12) noRio de Janeiro, manifestantes voltaram às ruas em cidades como São Paulo, Rio, Brasília, Goiânia, Florianópolis, Porto Alegre, Fortaleza, Teresina, Aracaju, Santos (SP), Nova Friburgo (RJ).

Em Brasília, os apoiadores se concentraram na Esplanada dos Ministérios e seguiram para a região central, com discursos em defesa da candidatura de Lula e críticas à extrema-direita.

Em Porto Alegre, o protesto ocorreu na Esquina Democrática, com carro de som e participação de lideranças aliadas ao PT. Já em Natal, estudantes, movimentos sociais e representantes partidários se reuniram no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Nevaldo Rocha.

Em São Paulo, apoiadores se reuniram sob chuva no Largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste da capital. O ato contou com a presença de militantes, estudantes, parlamentares e lideranças políticas. Entre os participantes estavam os ex-ministros Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, que discursaram para os manifestantes. A mobilização terminou por volta das 20h35.

Em Fortaleza, a mobilização começou às 14h, com uma caminhada organizada pelo movimento Juventudes com Lula. Os participantes levaram bandeiras e cartazes em defesa da soberania nacional e do fim da escala de trabalho 6×1.

Em Aracaju, manifestantes percorreram ruas do centro após concentração na zona norte da cidade, enquanto, em Florianópolis, entidades estudantis organizaram um ato contra Flávio Bolsonaro, sob o argumento de que propostas da direita ameaçam direitos trabalhistas, a democracia e a soberania nacional.

Em Teresina, apoiadores de Lula saíram do Parque da Cidadania, percorreram as avenidas Miguel Rosa e Frei Serafim e encerraram a caminhada na Praça da Liberdade, com apresentações artísticas. Em Belém, partidos de esquerda, sindicatos e movimentos estudantis organizaram uma manifestação em uma das principais avenidas do centro, com discursos de aliados do presidente em um trio elétrico.

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Os atos também ocorreram em Vitória, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e em Campo Grande, no pátio da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Na capital capixaba, estudantes e apoiadores participaram da mobilização no fim da tarde. Em Campo Grande, os manifestantes realizaram uma caminhada e exibiram cartazes em defesa da educação pública, com mensagens como “Educação é com Lula” e “Educação não é mercadoria”.

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