Lindener Pareto Jr.
Messi e Yamal: a final do fim do mundo
O mundo vai parar neste domingo para a grande final da maior Copa de todos os tempos. Nas ruas, nos bares e nas redes, contudo, um mal-estar geral e irrestrito tem dividido os brasileiros. Para quem torcer?
Os Impérios contra-atacam de chuteiras? Futebol e Racismo
Nas semifinais da Copa de 2026, a Argentina de Messi enfrenta seleções europeias profundamente multirraciais. Entre a solidariedade hermana e o orgulho afro que veste as camisas dos velhos impérios europeus, torcer deixou de ser um gesto inocente
Messi: o silêncio do Capitão
O futebol nunca foi só futebol. O estádio é o lugar onde um país aparece sem filtro, e a braçadeira de capitão nunca foi apenas um elástico no bíceps: é um púlpito
‘Fazem isso desde a Antiguidade’: A tradição milenar que rouba o Egito
A frustração e a revolta do técnico Hossam Hassan e dos jogadores egípcios em 2026 ecoa um lamento que ressoa há milênios no "Vale dos Reis"
Um réquiem para o (ex) país do futebol
Não somos mais o país do futebol? A pergunta ecoa pelas ruas tristes e silenciosas, pelos bares esvaziados e pelas salas de estar onde a cerveja esquentou antes mesmo do apito final. O que aconteceu conosco?
A ‘Pátria de Chuteiras’ no calor do Capital
A pátria de chuteiras ainda vive e resiste. Resiste apesar do capital, apesar das bets, apesar da FIFA e de seus bilhões
Noruega e Brasil: dois navios, um só oceano de esquecimento
A remada norueguesa é, no fim das contas, um espelho. Ela nos convida a questionar quais histórias escolhemos contar sobre nós mesmos
Aqui na terra tão jogando futebol
E, no entanto, é esse país - fraturado, empobrecido e governado por um totalitarismo de mercado que beira a sociopatia - que ostenta, hoje, a seleção mais mágica e coesa do mundo
O mal-estar no futebol
Há um incômodo latente que atravessa o espírito de todo brasileiro quando o assunto é a Seleção brasileira de futebol
O ‘Fantasma de Vertières’: Como Haiti ainda assombra a FIFA e a Casa-Grande Global
Enquanto seleções europeias desfilam símbolos de impérios que subjugaram continentes inteiros, a simples lembrança de uma vitória negra contra o colonialismo é tratada como uma afronta intolerável