Lindener Pareto Jr.
A História do Brasil na Avenida: treze noites, treze dias
Ali, na passarela do samba, as caricaturas carnavalescas assumiram um papel didático de rara clareza. O golpismo histórico das elites contra a força ascendente do povo trabalhador foi encenado sem meias palavras
Brasil: a longa duração da impunidade
Este é o Brasil. Uma história de horror. Uma nação cuja história foi meticulosamente montada tendo a impunidade como linha mestra, como razão de ser
Entre Orelhas: o cachorro, o banqueiro e o Brasil
Orelha não devia bilhões a ninguém. Seu único "crime" foi existir no lugar errado, na hora errada, cruzando o caminho de jovens para quem a violência se tornou uma forma de entretenimento, uma performance a ser transmitida ao vivo pelo Discord
São Paulo: a capital da desilusão
Neste aniversário, não há o que comemorar, mas sim o que lembrar. E que a melancolia que paira no ar cinzento de janeiro não é apenas poluição. É o peso de séculos de uma história no compasso da desilusão
A longa agonia do Império Americano
A crise da hegemonia americana, que se arrasta há cinco décadas, entrou em sua fase mais aguda. A velha ordem, forjada nas cinzas da Segunda Guerra Mundial, se desfaz, mas a nova ainda não nasceu
Há algo de podre no Reino de Donald Trump
E, por uma ironia da história, a Dinamarca literal, e não apenas a de Shakespeare, encontra-se no centro de uma das mais recentes obsessões de Trump: a Groenlândia
Trump: o Topete Imperial do caos
Entender Donald Trump, sua ascensão e, mais espantosamente, a sua resiliência, é mergulhar nas entranhas de um sistema que o produziu e que, por sua vez, é por ele devorado
‘O Agente Secreto’ e a violenta pirraça brasileira
A violência e o que se poderia chamar de "surrealismo" brasileiro tomam o filme desde a sua cena de abertura
Em Brasília: as aparências enganam (II)
Brasília, com suas curvas belas e seus palácios de vidro, é uma crônica em concreto armado das aparências que enganam
O grande teatro da iniquidade: as aparências enganam (I)
Esta crônica é sobre o maior palco do mundo, onde a peça em cartaz há mais de 500 anos se chama “As aparências enganam”