Lindener Pareto Jr.
Primeiro levaram os livros: sobre a censura à Flipei 2025
Talvez ainda haja tempo para que se lembrem de que a literatura, em sua melhor tradição, sempre foi subversiva. Que os grandes escritores da história foram, quase sempre, vozes dissidentes, críticos de seu tempo, inimigos do conformismo
A melancolia dos oprimidos: Uma elegia para Ozzy Osbourne
Porque a dor que Ozzy expressava – a dor da exploração, da alienação, da desumanização – continua atual
O adereço final: Bolsonaro e a tragédia brasileira
A tornozeleira não é apenas um dispositivo de monitoramento, ela é um epitáfio em tempo real, um lembrete físico de uma jornada política que se moveu do pódio ao pátio da Polícia Federal, do poder ilimitado à vigilância constante
Só se fala em IA, mas por quê?
Mas vamos ao que interessa: o que de fato está em jogo com essa tal de Inteligência Artificial? Porque, convenhamos, por trás de toda essa algazarra tecnológica sempre há algo mais profundo em movimento.
Breve história da inveja
Ah, a inveja! Essa velha e obstinada senhora que insiste em nos acompanhar desde os primórdios. Dizem que é um veneno, mas cá entre nós, ela tem um certo charme, não tem?
‘Crônico e Anacrônico: escritos de um operário do tempo’
Se a leitora, o leitor, não gostar das crônicas - algumas inéditas - pelo menos terá em mãos um livro "happening", um pedacinho de obra de arte em folhas doloridas de um tempo do mundo - invariavelmente cheio de guerras - que desaba sobre nós
Dos nepo babies e suas falácias
Continuaremos aqui para lembrar que por trás de cada fortuna há sempre uma grande herança. Afinal, como diria um velho ditado que acabei de inventar: "Por trás de todo self-made man, há sempre um pai que o fez.”
A incrível saga de Gino Meneghetti: o Gato dos Telhados
São Paulo ergueu monumentos para bandeirantes que escravizaram indígenas e africanos, nomeou avenidas em homenagem a notórios canalhas burgueses, mas não reservou nem uma viela para seu mais famoso ladrão. Irônico, não?
Crônica da felicidade fake e do café amargo
Então, da próxima vez que ouvir o mantra "gente feliz não enche o saco", permita-se um sorriso torto, meio Brás Cubas, meio Coringa