O Ibovespa avançou 0,04% nesta segunda-feira (25), aos 138.025 pontos, renovando o maior fechamento desde 8 de julho. Apesar do ganho modesto, o desempenho contraria o viés negativo em Wall Street e na Europa.
O dólar caiu 0,19%, a R$ 5,41, enquanto os juros futuros recuaram em toda a curva, refletindo expectativas de corte de juros nos Estados Unidos em setembro.
No cenário doméstico, o Boletim Focus mostrou queda nas projeções de inflação pela 13ª semana seguida, enquanto a confiança do consumidor recuou em agosto.
A prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que será divulgada nesta terça (26), pode indicar deflação.
No campo comercial, o governo brasileiro simplificou compras públicas para produtos afetados pelo tarifaço do presidente Donald Trump e contratou escritório jurídico nos EUA para contestar as sanções, criticadas pela oposição.
Entre as ações, Vale (+0,24%) e Petrobras (+0,59%) subiram com commodities em alta. No setor bancário, destaque para o desempenho misto: BB caiu 2,20%, enquanto Santander subiu 0,70%.
Mercado externo
As bolsas de Wall Street deram um passo atrás após a empolgação de sexta-feira (22), quando Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, acenou que poderia cortar juros.
O Dow Jones recuou 0,77%, aos 45.282,47 pontos; o S&P 500, -0,43%, aos 6.439,32 pontos; e o Nasdaq, -0,22%, aos 21.449,29 pontos.