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No quarto episódio da série de reportagens que mostra a “Chernobyl Alagoana” causada pela mineradora Braskem, Heloísa Villela expõe ainda mais injustiças na tragédia em curso causada pelo afundamento de bairros em Maceió.
Veja como a prefeitura vendeu espaços públicos para a empresa de mineração a um preço significativamente menor, permitindo à Braskem não apenas possuir imóveis, mas também ruas, praças, escolas e postos de saúde.
A comunidade afetada foi realocada, incluindo a demolição da sua igreja, e enfrenta agora isolamento e dificuldades econômicas.
Enquanto isso tudo acontece, não há cobertura da mídia sobre o caso Braskem e como a empresa controla a tomada de decisões e o financiamento de soluções.
Procurada, a empresa respondeu afirmando que está trabalhando em medidas de mitigação e compensação monitoradas pelas autoridades.
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